Enfim há indicios de que a paz, vence a guerra!

O fracasso da guerra como solução: Muitos conflitos armados, ao longo da história, não terminaram com a vitória total de um lado, mas sim com exaustão mútua e a necessidade de negociações de paz. O filósofo Immanuel Kant, por exemplo, defendeu a ideia de uma “paz perpétua”, argumentando que a guerra de extermínio levaria a um “cemitério da humanidade”, e que a única alternativa sustentável é a busca pela paz.

Resultados duradouros da paz: A paz, ao contrário da guerra, constrói em vez de destruir. A guerra deixa um rastro de destruição, morte e trauma, enquanto a paz promove a cooperação, o desenvolvimento e a prosperidade. A maioria das sociedades que alcançam a prosperidade a longo prazo o faz por meio de períodos de estabilidade e paz.

A lógica da interdependência: No mundo moderno, a interdependência econômica e social entre as nações faz com que a guerra seja extremamente custosa para todos os envolvidos. Um conflito em um lugar pode desestabilizar mercados globais, afetar cadeias de suprimentos e causar danos econômicos que superam os possíveis ganhos militares. A cooperação, por outro lado, beneficia todas as partes.

O crescimento do direito internacional e da diplomacia: A criação de instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Tribunal Penal Internacional (TPI), bem como a expansão do direito internacional, mostram um esforço global contínuo para evitar conflitos e resolver disputas de forma pacífica. A diplomacia, que envolve negociação e compromisso, é a ferramenta central na construção da paz.

A intuição humana e o desejo de paz: A maioria das pessoas, intuitivamente, prefere a paz à guerra. O desejo de segurança, estabilidade e um futuro melhor para as próximas gerações é um impulso humano fundamental que impulsiona a busca por soluções pacíficas. 

    xistem diversas negociações de paz em andamento em conflitos globais, com a situação mais proeminente no momento (outubro de 2025) sendo entre Israel e o Hamas, com mediação do Egito, Catar e Estados Unidos. 

    Acirrando a busca pela paz!

    • Conversas em andamento: No início de outubro de 2025, delegações de Israel e do Hamas estão no Egito para conversas sobre um cessar-fogo e um acordo de paz.
    • Troca de listas: Israel e o Hamas trocaram listas de reféns e prisioneiros para uma potencial libertação, como parte das negociações. O Hamas manifestou otimismo em relação às conversas, mas apontou obstáculos na implementação do cessar-fogo.
    • Proposta americana: A proposta mediada pelos EUA prevê um acordo em três fases, que inclui um cessar-fogo, a libertação de reféns e prisioneiros, a reconstrução de Gaza e a busca por uma paz duradoura.
    • Visão de Trump: Donald Trump, que já foi convidado pelo Egito para a possível assinatura de um acordo, expressou que o acordo de paz está “muito próximo”. 

    Outras negociações de paz pelo mundo

    • Rússia-Ucrânia: As negociações de paz entre Rússia e Ucrânia foram suspensas. Enquanto a Rússia avançou no campo de batalha em 2025, um especialista em Relações Internacionais avaliou que a negociação atual se aproxima de uma rendição da Ucrânia.
    • República Democrática do Congo e Ruanda: Em junho de 2025, a RD Congo e Ruanda assinaram um acordo de paz mediado pelos EUA, que visa encerrar décadas de conflito na região, buscando estabilidade e investimentos.
    • Iêmen: Após o aumento da tensão no Mar Vermelho no início de 2025, a ONU fez um apelo urgente por um acordo negociado nos meses seguintes para lidar com a crise humanitária no Iêmen.
    • Sudão: As negociações entre as Forças Armadas Sudanesas e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF), que causaram uma guerra civil desde abril de 2023, enfrentaram retrocessos. Diálogos mediados pela Arábia Saudita e EUA em 2023 não levaram a uma paz duradoura, e a violência persistiu, resultando em fome e acusações de genocídio em Darfur.
    • Mianmar: Após um golpe militar em 2021, Mianmar vive uma escalada de violência com diversos grupos insurgentes. Não há informações recentes sobre negociações de paz substanciais que tenham progredido.

    Vilson Camargo – Fonte pesquisa Google.

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