Dos R$ 174 milhões em recursos para obras de infraestrutura e saneamento, R$ 116milhões vão ser gastos na linha verde diz Greca.
O Ministro das Cidades, Alexandre Baldy e a governadora Cida Borghetti assinaram um termo de compromisso destinando R$ 174 milhões em recursos para obras de infraestrutura e saneamento em Curitiba e região metropolitana.
Deste valor, aproximadamente R$ 122 milhões serão destinados apenas à capital. Segundo informações, as obras da Linha Verde terão R$ 116 milhões de investimento para alargamento de viadutos e canaletas, assim como a construção de trincheiras no eixo Norte-Sul da capital.
O prefeito Rafael Greca disse que os recursos também podem viabilizar o Ligeirão Leste-Oeste e concluir o Norte-Sul, que já está em operação. De acordo com o prefeito, o viaduto da Victor Ferreira do Amaral, com ligação de Piraquara a Curitiba, também deve ser entregue. A obra é um viaduto triplo para a Linha Verde, para uma via e permite um terminal de integração do transporte coletivo.
As obras estão previstas para serem concluídas até 2020. Ao todo, serão três meses de licitação.
Em sua terceira obra sobre ansiedade, o escritor, psiquiatra e psicoterapeuta Augusto Cury se aprofunda naquilo que considera o vilão dos relacionamentos atuais. O resultado desta pesquisa e reflexão está em “Ansiedade 3 – Ciúme”.
No livro, publicado pela editora Benvirá, o autor destaca a importância da boa gestão da emoção e a necessidade de amar com inteligência.
Cury afirma por exemplo que o ciúme é como “algemas invisíveis”. Aprisiona tanto o ser amado como aquele que supostamente ama. “Controlar o outro é uma forma atroz de torná-lo sua posse e não seu parceiro”, afirma ele em uma passagem.
“Tente controlar quem você ama, e os dois adoecerão”, adverte.
O livro mostra que o ciúme sempre esteve presente na história da humanidade e aponta como a forma de encará-lo foi mudando ao longo do tempo. De “tempero das relações” o ciúme passou a ser um sinal de que algo está faltando dentro de nós.
Cury propõe também alguns exercícios, lições e o cultivo de hábitos para quem quer ou precisa lidar com o ciúme. São conselhos do tipo ter um romance com sua história antes de se relacionar com outra pessoa, ser transparente ou não ser um carrasco de si mesmo.
Maio é o mês das mães. Dessas mulheres que tanto representam força e inspiração! Com elas, aprendemos questões importantes sobre a vida. É nelas que espelhamos muitas de nossas ações.
E por que isso seria diferente quando o assunto é beleza? Muitas mães introduzem os filhos e filhas no mundo dos cuidados pessoais. Com as madrinhas do Cenário da Beleza, não foi diferente! Elas aprenderam muito com suas mamães, influenciadas pela rotina de beleza que cada uma delas mantém.
Chris e dona Marli são puro amor! ❤ (Foto: Arquivo pessoal)
“Hoje, vou falar da minha rainha, minha mãe! Ela é muito vaidosa e adora se cuidar. Somos em 5 filhas e desde pequeninas já tínhamos uma rotina de beleza definida. Cuidávamos dos cabelos, fazíamos hidratação, penteados variados, trocávamos looks… Ela ama passar cremes, arrumar os cabelos, fazer massagens. É viciada em spa caseiro! Faz máscara de argila e esfoliação enquanto assiste a séries (outro vício!), para dar aquele tempinho de o produto agir. Ela me ensinou muito!”
Day Lima
“A minha ‘Creidona’ ama cremes de rosto, é dia e noite ‘lambuzando’ a cara [risos]. E o retoque de raiz dos cabelos é sagrado! Acontece de 15 em 15 dias. Mas, ao contrário de mim, ela não gosta de make. Para se sentir poderosa, gosta de sair pra dançar em cima de um salto. Isso a deixa empoderada! Com ela, aprendi a fazer manicure e escova. Sou fã da minha mãe!”
Rafa Ronconi
Rafa e sua mãe, Mirian. São parecidas, né? (Foto: Arquivo pessoal)
“Minha mãe é muito prática! Ela se cuida, mas não gosta de perder tempo com muitas etapas e procedimentos. Não dispensa uma pele bem hidratada e cremes anti-idade antes de ir dormir. O momento de vaidade da ‘mamis’ é ir ao salão para fazer o cabelo e a mão. Mesmo com sua rotina muito corrida, ela reserva um tempo na semana para fazer essas coisas que adora!”
Sofia Oliveira
Sofia e Jacqueline, ambas cheias de estilo! (Foto: Arquivo pessoal)
“Minha mãe sempre me deu um bom exemplo com sua rotina de beleza, lembrando que atitudes básicas, como alimentação equilibrada, exercícios físicos e beber muita água, são fundamentais para manter a beleza e a saúde em dia. Ela se preocupa muito com a proteção da pele, usando sempre o protetor solar. Também me ensinou a hidratar todo o corpo, rosto e cabelos. Ela acredita que a escolha de produtos confiáveis são muito importantes, pois é preciso prestar atenção quando o assunto é seu próprio bem estar.”
Meu povo, inicio a Semana das Mães aqui no blog já botando as emoções nas alturas, já aquecendo os corações para as melhores reflexões sobre família, sobre o cuidar, sobre maternidade e sobre o criar uma criança, sob qualquer condição.
Convidei a Graziela Ducati, mãe do Pedro, um queridão de sete anos, que convive com uma doença rara, grave e degenerativa desde quando era um brotinho de gente, para abrir as comemorações dessa data, que é especialmente importante para as pessoas com deficiência (pois, em geral, é a mãe quem segura o piano).
Pedro necessita de um respirador para tocar seu cotidiano. A mãe, desde sempre, promove o que for preciso para que o garoto vá adiante: carrega equipamentos, enfrenta olhares, engole preconceitos e até “respira” pelo filho, caso isso seja necessário. Boa leitura!
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A famosa frase “você é o ar que eu respiro” sempre denota a condição de amor profundo, amor que não falta nunca, aquela pessoa que não podemos viver sem porque sem ela nossa vida acabaria. Sempre presente nos romances, nos apaixonados, condição tão gostosa da vida.
Nunca imaginei ser esse “ar”. Mas o meu filho Pedro veio e me mostrou que eu sou o ar que ele respira. Mais que isso: sou seus braços, suas pernas, sua boca, sua MÃE.
Pedro tem A.M.E. tipo 1 (Atrofia Muscular Espinhal), doença genética, degenerativa, sem cura. Vive sob respiração artificial, alimenta-se por sonda, não fala, não se movimenta, mas seu cognitivo é totalmente preservado (e como é!).
Pedro Pedro no meio do papai, Denis, e da mamãe, Grazi Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Descobrimos sua doença aos cinco meses de idade e desde então a vida me dá todos os dias duas opções: acordar e chorar por todas as dificuldades que enfrento, como: preconceito, falta de profissionais qualificados para lidar com a A.M.E., falta de acessibilidade, falta de inclusão, dores no corpo, falta de tempo para mim (como esposa, filha, amiga, mulher), jogo de cintura para lidar com Home Care, medo de perder o Pedro, lidar com o psicológico dele (o garotão é ligado em tudo e já conhece suas limitações), medo de morrer e imaginar quem cuidará do Pedro caso isso aconteça e mais inúmeras situações.
A segunda opção é: acordar e agradecer porque estou viva e meu filho está vivo, está em casa! Porque ao longo desses sete anos aprendi muitas coisas, como aspirar secreção de sua traqueostomia, fazer manobras com ambu [equipamento médico e fisioterápico] para melhorar a parte respiratória, fazer curativos, manusear sua gastrostomia, conhecer mais de quinze tipos de “ãs” [expressão que o Pedro usa para se comunicar], mais de doze tipos de olhares e dez tipos de sorrisos.
Pedro de Homem-Aranha, durante festa na escola Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Seus aparelhos tornaram-se meus aliados. Sua beleza jamais foi afetada por sua traqueostomia ou por qualquer deformidade que tenha aparecido no decorrer desses anos, pelo contrário, sempre fiz questão de mostrar o mundo para ele.
E ele para o mundo!Mostrar o quanto ele é capaz de viver com qualidade de vida! O quanto é feliz! Sim, apesar de tudo!
Nunca tive vergonha do meu filho. Aceitei sua condição e abracei novos desafios para que ele pudesse conhecer o mundo, independente do que as pessoas pensassem, falassem ou como olhassem para nós.
Pedro frequenta escola regular e esforço da mãe é 24 horas para fazê-lo ter uma infância completa Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Estudei, aprendi, fiz amizade com outras mães, corri atrás de tudo para que pudesse colocá-lo com todos os seus aparelhos dentro do carro e saíssemos para viver a vida. E assim fazemos até hoje.
Há quatro anos Pedro frequenta escola regular, vai a festas, shoppings, teatro, cinema, tem amigos e, tenho certeza absoluta, que as pessoas que convivem com Pedro são seres humanos melhores depois que conheceram a ele. Seus amigos são crianças solidárias, carinhosas, prestativas e com uma empatia enorme.
Quanto a mim, sou uma privilegiada. Ser mãe do Pedro me ensina todos os dias a dar valor ao ar que eu respiro.Valor a vida! Ser mãe é uma oportunidade quase indescritível, um amor realmente incondicional. Ter um filho é fácil, ser mãe é outra história…
Véspera de Dia das Mães é sempre a mesma coisa: mensagens inspiradas, declarações de amor e, como não poderia faltar, compra de presentes. Homens e mulheres, crianças e adultos de todas as idades homenageiam as suas mães, até porque a maternidade parece ser um dos fenômenos mais respeitados de nossa cultura. Mas só parece.
Na verdade, a sociedade usa a maternidade como forma de controle. Criamos meninas para serem mães e fazemos essa preparação de muitas formas, seja por meio da boneca dada exclusivamente às crianças do sexo feminino ou pelas constantes cobranças ambivalentes quanto a sexualidade quando o período biológico de reprodução começa. São cobranças por recato para que a mulher não acabe grávida de “qualquer um”; e são cobranças para que essa mulher engravide quando sua idade começa a avançar um pouco ou quando ela se casa com um homem. A cultura da maternidade é monogâmica, patriarcal e muito moralista. Tratamos mulheres como pessoas destinadas a serem mães e, para que esse quadro seja ideal, precisa vir acompanhado de um relacionamento estável com um homem, de preferência culminado em uma formalidade matrimonial.
Diversos equívocos se iniciam a partir da ideia de que as mulheres e a maternidade se relacionam intrinsecamente, sem levar em consideração a escolha subjetiva de cada mulher enquanto indivíduo. Aquelas que não desejam ter filhos são tidas como aberrações e constantemente persuadidas a mudar de opinião: “Quando você for mais velha, vai pensar diferente”, diz o mantra. Com uma perversa ironia, essa mesma maternidade interpretada como o “milagre da vida” é tratada como um castigo, um fardo eterno com o qual a mulher deverá ser punida se engravidar por acidente – especialmente caso tenha relações sexuais por prazer. Não importa se ela tem condições ou não para criar uma criança; “Engravidou, agora aguenta”.
Além disso, enfrentamos constantemente vários problemas relacionados à capacidade de se tornar mãe: muitas empresas não contratam mulheres casadas ou que pretendem ter filhos, enquanto muitas outras aderem à demissão pós-licença maternidade. Há uma seríssima questão de violência obstétrica em nosso país, onde muitas mulheres não podem sequer escolher que tipo de parto terão e, após o nascimento do bebê, eventualidades como depressão pós-parto são temas cercados de incompreensão e a autonomia feminina é muito cerceada, além dos incontáveis constrangimentos pelos quais passam as mulheres que amamentam em público. Isso sem mencionar o modo como nos abstemos de compartilhar com essas mulheres o cuidado das crianças – que, segundo o ECA, são responsabilidade de toda a sociedade – e os afazeres domésticos, que apenas muito raramente são efetuados pelos homens. Com a desculpa cínica de que “ajudamos”, aderimos a uma ou duas atividades de limpeza e organização, e ainda afirmamos que estamos colaborando. Afinal, se amamos tanto as mães, por que as tratamos tão mal?
Devido a esse tratamento imposto às mães, a maternidade aparenta servir muito mais como uma espécie de demarcação de limites e papéis sociais do que como algo a ser celebrado. Como sociedade, obrigamos mulheres a serem mães e causamos todos os tipos de violência sobre elas; mas achamos que fica tudo bem se publicarmos um poema espiritualizando a maternidade e gastarmos dinheiro com consumo desnecessário no segundo domingo de Maio.
Para as mulheres e mães que fazem parte do movimento feminista e voltam seus esforços também para as reivindicações que envolvem a maternidade, o quadro é péssimo. Há muito o que mudar e melhorar e precisamos pensar a respeito do “ser mãe” também a partir do “não ser mãe”, debatendo pautas como, a adoção por casais do mesmo sexo, crianças abandonadas, parto humanizado, licença paternidade e a participação efetiva dos pais na criação dos seus filhos. Assim superamos a névoa que disfarça a misoginia e podemos oferecer às mulheres dois presentes genuínos no Dia das Mães: a escolha livre e o respeito à autonomia.
Você já ouviu falar em colágeno tipo 2? O termo colágeno deriva das palavras gregas Kolla (cola) e Genno(produção); é uma proteína fibrosa e se encontra em várias partes do corpo como pele, tendões, ossos, dentes, vasos sanguíneos, intestinos e cartilagens, compreendem aproximadamente 30% da proteína total corpo humano. Atualmente são conhecidos 29 tipos de colágeno que variam em diâmetro, composição de aminoácidos, comprimento, estrutura molecular, concentração e localização nos diversos tecidos.
Uma breve descrição para entender a relação do colágeno tipo 2 e cartilagem: a membrana sinovial, ou sinóvia é um tecido conjuntivo que possui vasos sanguíneos, linfáticos e nervos, produz um líquido viscoso e transparente, semelhante à clara de ovo (do grego syn, união; ovum, ovo). Fica depositado sobre as superfícies ósseas para facilitar o deslizamento sobre elas, esse líquido coloca em ação os mecanismos do esqueleto contribuindo para a mobilidade das articulações móveis. O tecido cartilaginoso das articulações é alimentado pela difusão das substâncias nutritivas do líquido sinovial. Algumas complicações articulares causam dor e rigidez, inchaço, estalos e diminuição das articulações e são resultados de células que inflamam e atacam a cartilagem que se tornam desgastadas e esse desequilíbrio não permite a remodelagem da cartilagem.
O colágeno tipo 2 é encontrado em locais que resiste a grandes pressões, cartilagem elástica e hialina, discos intervertebrais e nos olhos, sua síntese ocorre nos condroblastos. Já o colágeno tipo 1 é mais comum, geralmente são encontrados em locais que resistem a grandes tensões como, por exemplo, nos tendões, derme da pele, nos ossos e até mesmo na córnea. O colágeno não desnaturado classificado como tipo 2 não é processado por ação térmica ou adição de produtos químicos, é derivado da cartilagem do esterno de frango, logo não é indicado a pessoas alérgicas ao frango ou ovos.
A combinação do colágeno tipo 1 e 2 potencializa o resultado do tratamento, uma vez que estas substâncias agem através de mecanismos diferenciados (nutrição e redução da inflamação), tornando a ação mais eficiente no organismo.
Roteiro de bares e diversão na Avenida Manoel Ribas para quem ainda não conhece o point curitibano. leia mais em: guia.gazetadopovo.com.br
Um caminho que começa no bairro Mercês, próximo a Paróquia Nossa Senhora das Mercês, popularmente chamada de igreja dos Capuchinhos, e que termina no bom e velho roteiro italiano (com vinho e polenta!) em Santa Felicidade. A Avenida Manoel Ribas, chamada de “Ribas” em sua nova configuração, virou outro roteiro de diversão, reunindo bares, sanduicherias e, claro, restaurantes!
Casa dos Arcos Forno à Lenha
Especialidade: Cozinha italiana
Endereço:
Avenida Manoel Ribas, 5999
Korean House
O prato Bibimbap. Foto: reprodução Facebook/Korean House.
Existem algumas apps de saúde que são muito úteis para nos ajudar a manter uma vida saudável, como o caso da Genéricos Brasil, ou Sleep Time.
Hoje em dia existem apps para tudo. Talvez por isso já não demos tanta importância a elas, e até as deixamos para segundo plano. No entanto, o mundo virtual pode nos dar coisas maravilhosas e que podem, efetivamente, ajudar para alcançarmos bem-estar e saúde. Aqui vamos listar 7 apps de saúde que podem realmente mudar a sua vida, e para melhor!
6 Apps de Saúde que deve usar
1. Genéricos Brasil
Essa app permite que faça buscas sobre os medicamentos e genéricos que o médico prescreveu. Também permite saber quais são os laboratórios que produzem o genérico do medicamento que quer comprar, e se estes estão de acordo com as regras da Anvisa. É útil para saber quais os medicamentos mais baratos, dependendo do laboratório que escolhe.
2 . Sleep Time
Esta app é ótima para quem quer ter uma noite de sono tranquila e de qualidade. Como sabemos,dormir bem é fundamental para a manutenção da saúde. Ele monitora a qualidade do sono, o que é muito útil para poder mostrar depois os dados coletados ao seu médico e discutir um possível problema de sono.
3 . Glicocare
GlicoCare é aplicativo criado pela farmacêutica Bayer e é muito boa para as pessoas diabéticas, ou pré-diabéticas. Ela acompanha a evolução da taxa de glicose no sangue. Num único sítio pode fazer o registro de suas medições e poderá consultar no final da semana, ou do mês, as variações das taxas.
4. EuroClinix
A euroClinix é um app única em termos de saúde. Com esse aplicativo é possível fazer uma consulta médica online, e verificar qual o tratamento mais adequado para você.
A euroClinix, além de uma clínica online, também é uma farmácia online. Num único app consegue fazer a sua consulta médica e obter os medicamentos mais adequados para o seu caso. Tem também uma “feature” que permite enviar qualquer receita, até de medicamentos em falta, e eles ajudam a importar. Interessante!
5. Stress check
O estresse é um dos maiores problemas atuais. A verdade é que aumenta, em muito, os riscos de um ataque cardíaco, problemas gástricos, entre outras coisas. Com este app é possível medir o seu nível de estresse, quer psicológico, quer físico.
6. Prato Saudável
Quem já não ouviu falar que a alimentação é a base para uma vida saudável? Com o Prato Saudável é possível fazer uma análise nutricional de tudo o que ingere com apenas uma foto às suas refeições. Além disso, ele indica qual o valor nutricional recomendado para você de acordo com as suas características.
Todas as mulheres gostam ou desejam ter belas pernas, se você está dentro desse grupo, então me deixe dizer que você está com sorte, porque daremos dicas para deixar sua perna ainda mais bela!
1. Comece com exercícios de alongamento
O alongamento das pernas desempenha um papel importante, pois ajuda a relaxar os músculos. Os exercícios físicos para malhar são indicados, pois além de fortalecer os músculos, deixam suas pernas torneadas e bonitas.
Aqui estão alguns exercícios mais realizados na academia: Extensão de pernas (Leg extension), Agachamento com barra (Barbell Squat), Agachamento Hack (Hack Squat), Afundo (Lunge), Flexão da perna, deitado (Lying leg curl), Flexão da perna em pé (Standing leg curl), Levantamento terra com pernas estendidas (Stiff-leg deadlift), Panturrilha em pé (Standing calf raise), Elevação na ponta dos pés (Donkey), Panturrilha em aparelho (Machine calf raise), Panturrilha sentado (Seated calf raise). Uma boa dica até mais simples é caminhar e correr, pois você não apenas estará trabalhando as pernas mas todo o corpo.
2. Esfoliação sobre a pele
Para deixar a aparência da pele das pernas mais bonitas faça uma esfoliação pelo menos uma vez na semana, com uma bucha vegetal ou um creme especial, isso ajuda na remoção de células mortas deixando a pele com uma textura mais suave. Após a esfoliação aplique um bom hidratante e faça um carinho em suas pernas, massageie!
3. Que tal um bronzeamento?
Um bronzeado deixa suas pernas lindas e muito sensuais além de uniformizar a cor. Existem diferentes tons de bronzeado disponíveis de acordo com cada tipo de pele. Basta apenas tomar um sol (nos horários apropriados), ou realizar sessões de bronzeamento artificial.
4. Maquiagem nas pernas
A maquiagem ajuda a encobrir as manchas e marcas, deixando o tom de pele uniformizado. Uma ótima opção é o Séve Tonalizante da Natura, é um óleo tonalizante, existe em duas versões, para peles claras e peles escuras, ele desliza facilmente na pele, tem um cheiro delicioso, cobre a maioria das imperfeições, deixa um bronzeado lindo no corpo, seca rápido e não fica pegajoso, e olha que é óleo. Sem contar que dura horas na pele.
O que você está esperando, siga as nossas dicas vá em frente e exiba suas lindas pernas sensuais!
Além de embelezar a casa, as plantas podem ajudar a deixar ambiente mais úmido. Para enfrentar o tempo seco, comum no outono e o inverno, as espécies com muitas folhas e que se desenvolvem com pouca luminosidade são boas opções. Quanto maior a folhagem, maior será a transpiração e, consequentemente, maior a capacidade de manter a umidade do ar.
São bons exemplos o lírio-da-paz, a jiboia, a espada-de-são-jorge, o copo-de-leite, a azaleia, a babosa, a hera e palmeiras de qualquer tipo.
Já as cactáceas e as suculentas não são boas alternativas para amenizar a baixa umidade do ar porque retêm a água.
Espécies que contêm substâncias venenosas, como comigo-ninguém-pode e schefflera, devem ser evitadas em casa em que vivem crianças e animais de estimação.
Abaixo, seis sugestões de plantas que ajudam a deixar o ambiente mais agradável em época de tempo seco.
Há empresas que oferecem soluções para quem quer os benefícios do verde em espaços internos mesmo sem ter talento para a jardinagem.
Um exemplo é o Moss Wall, da marca italiana Verde Profilo, um musgo natural estabilizado com uma técnica patenteada pela empresa em 2009. Após passar pelo processo, ele não faz mais fotossíntese e se torna uma planta “zumbi”: não precisa de água ou iluminação, não cresce e é inóspito para insetos e bactérias.
O produto foi apresentado na Greenbuilding Brasil, evento de construção sustentável, realizado entre os dias 9 e 11 de agosto no centro de exposições São Paulo Expo.
Para não ressecar, o Moss Wall precisa de um ambiente com umidade do ar entre 40% e 50%. Acima disso, ele absorve o excesso e evita o surgimento de mofo.
Essa propriedade é particularmente útil em cidades como Curitiba, onde a umidade relativa do ar, em média, é de 80%, de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia.
Concebido para ser usado na decoração, tem durabilidade de até dez anos.
A Tradeplus importa e distribui o produto no Brasil em placas parafusáveis ou mantas, que podem ser coladas na parede. O metro quadrado do produto, disponível em 21 cores, custa R$ 3.500.
Se o problema for o ar seco, as plantas também podem ser a solução, afirma a bióloga Daiana Gonzalo, professora do Senac. “Toalhas e baldes, muito usados para umidificar o ambiente, não deixam a casa bonita. As plantas cumprem a mesma função e ainda têm o aspecto paisagístico”, afirma.
A empresa Quadro Vivo projeta jardins urbanos e, entre seus produtos, oferece painéis e quadros de plantas com estrutura para que sobrevivam dentro de casa.
Além dos suportes de fixação, do sistema automático de irrigação e escoamento -mão na roda para quem não tem tempo de fazer manutenção-, a empresa faz o ajuste da iluminação do ambiente, necessário para o desenvolvimento das plantas.
“O que fazemos é criar um microclima favorável no ambiente interno”, diz Gica Mesiara, paisagista da empresa.
O preço do metro quadrado pode variar de R$ 608 a R$ 2.000, de acordo com o tipo de projeto e das espécies que serão utilizadas.
PARA TODOS
Não é preciso gastar muito para ter bons resultados. Espalhar vasos de plantas pelos cômodos, apesar do cuidado que demandam, também tem os mesmos efeitos.
Mas não são todas as espécies que se adaptam bem a ambientes fechados, explica Gonzalo. “As mais indicadas são aquelas que se desenvolvem com pouca luminosidade”, diz a bióloga do Senac.
“Além disso, quanto maior a folhagem, maior será a transpiração e, consequentemente, maior a capacidade de manter a umidade do ambiente”, afirma Gonzalo.
Segundo a especialista, as espécies ideais são lírio-da-paz, jiboia, espada-de-são-jorge, copo-de-leite, azaleia, babosa, hera e palmeiras de qualquer tipo.
Cactáceas e suculentas não são boas opções, já que retêm a água. Espécies que contêm substâncias venenosas, como comigo-ninguém-pode e schefflera, também devem ser evitadas porque oferecem riscos para crianças e animais de estimação.